Douglas Vieira Rios da Silva, Agente de Defesa Ambiental
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Douglas Vieira Rios da Silva

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Douglas Vieira Rios da Silva, Agente de Defesa Ambiental
Douglas Vieira Rios da Silva
Comentário · há 6 anos
quando você diz a alguém que eles são oprimidos, contra todas as evidências estatísticas e lógicas, você ofende-os por gerar desânimo e ressentimento. Esse efeito pernicioso é a base de muitas formas de infelicidade feminina desnecessariamente infligida, bem como a base de retaliação injustificada contra os homens.

Todos nós fomos ensinados como as mulheres supostamente foram oprimidas por toda a existência humana e que isso foi difundido, sistemático e endossado por homens comuns que não enfrentavam dificuldades tão severas quanto as mulheres suportavam. Na realidade, essa narrativa é inteiramente incorreta. O homem comum era forçado a arriscar a morte no campo de batalha, no mar ou nas minas, enquanto a maioria das mulheres ficava dentro de casa cuidando de crianças e tarefas domésticas. A expectativa de vida masculina sempre foi significativamente menor que a das mulheres e ainda é.

Muito além das leis de divórcio pró-mulher, outras intervenções estatais incluem o subsídio à maternidade solteira, leis que criminalizam a violência contra as mulheres (mas não oferecem proteção aos homens vítimas de violência por mulheres, o que acontece com a mesma frequência) e leis de “assédio sexual” com definições tão nebulosas que as mulheres têm o poder de acusar os homens de qualquer coisa sem que o homem tenha seus próprios direitos.

As leis feministas fizeram um trabalho notável em proteger as mulheres das consequências de suas próprias ações. As mulheres agora têm o mais próximo de uma utopia hipergâmica que já existiu, onde elas podem perseguir machos alfa enquanto extraem subsídios de machos beta sem quaisquer obrigações recíprocas a eles. Apesar de todas as novas liberdades disponíveis para as mulheres que as libertaram de suas responsabilidades tradicionais, ainda se esperava que os homens aderissem às suas responsabilidades tradicionais.

As leis de uma sociedade são o DNA dessa sociedade. Uma vez que as leis estão contaminadas, o DNA está efetivamente corrompido e as mutações na sociedade logo se seguem. Homens foram mortos devido ao ‘feminismo’. Filhos e pais foram separados à força para obter ganhos financeiros via ‘feminismo’. A escravidão voltou ao Ocidente via ‘feminismo’. Com todas essas leis misândricas, pode-se dizer com justiça que a misandria é a nova lei segregacionista.

Em poucas palavras: Ao homem desejar reatar, ou mesmo assumir um relacionamento hoje, ele deve estar à par da engenharia social e do que as leis ginocentristas lhe reservam.
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Tonus Albert
Comentário · há 6 anos
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